sexta-feira, 3 de setembro de 2010

anjo*

o vento leve, frio e só, fez de mim um anjo, que em cada noite sou um pedaço de uma estrela, onde tu procuras o brilho que te enche o corpo, serei eu, a tua alma perdida?, ou o reencontro da tua vida? Não o digas, não o digas que sou anjo, uma lágrima caír-te-á pelo rosto, pensarás que sou eu, teu oportuno e discreto anjo, não o penses com maldade, livre de mim fazer-te sofrer, a lágrima que te enche o rosto nunca será para te matar, serás livre e irás viver, mas um dia, não irá amanhecer!

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