quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Aprender a contruir*

Eu não tinha nome, eu não tinha nada,apenas vida. No templo que é a vida eu fui crescendo, aprendendo, e criando, eu chorei e sorri eu saltei e tremi, umas vezes forte outras fraca. Medos de infância, inseguranças, desilusões, incertezas, medos que me acompanham para o resto da vida. Lágrimas de sufoco, de ardor, de "pesos" intermináveis. Sorrisos escondidos, forçados, verdadeiros. Sonhos perdidos, traídos,por descobrir,incertos,temidos,realizados, apenas sonhos. Procuras de jardins, de rosas belas, de fogos de calma, de luas serenas, de estrelas conselheiras, de noites inacabadas, de dias certos. Frases escritas e apagadas, palavras ditas e perdoadas, de textos lindos e de tristeza. Ventos leves e suaves, chuvas ácidas e relaxantes, neves quentes como o sol, neves brancas como o algodão. Vidas perdidas, vidas encontradas, vidas sofridas, vidas vingadas.Guerras de paz, guerras de inferno, apenas guerras. Asas de cor, ásas de água, asas de amor, ásas de mágoa. Uma canção uma balada, que quero ouvir neste instante, no silêncio do meu quarto só eu e ela apenas. Memórias de alguém, de um povo, de uma história, de uma vida, de um mundo! Assim aprendo a construir a minha vida!

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